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League of Legends Cinematic: A Twist of Fate

junho 3, 2013

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Além dos novos 52! Histórias que não podem se perder no flashpoint – Authority

maio 13, 2013

Olá pessoal! Mais uma coluna onde remexemos o passado da DC Comics atrás de quadrinhos que não podem ser esquecidos. Hoje vamos falar um pouco de Authority e de seu criador: Warren Ellis.

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Se você está acompanhando o universo DC Novos 52 já deve ter encontrado o grupo secreto de super seres chamado Storm Watch, se você é novo nesse universo provavelmente não reconhece de onde vem estes personagens ou o fato de eles virem de um lugar muito distinto –  o universo da Image comics. Esta relação entre a DC e a Image comics é bem marcante em sua cronologia atual, revivendo artistas, estilos e personagens que fizeram sucesso nos anos 90 como os WildCats, Spawn, Savage Dragon, etc. StormWatch vem dessa safra, mas o grupo de onde vem Apolo e Meia-Noite só foi vir ao mundo em 1999 e em outras condições.

Vamos voltar no tempo para 1992, em que quadrinhos como Homem-Aranha de Todd McFarlane e os X-men de Jim Lee vendiam tiragens de milhões (isso mesmo, milhões) levando os dois artistas mais um grupo de criadores, cientes que estas cifras eram resultado de seu suor laboral, a sair de suas empresas empregadoras e se juntar em uma nova e promissora editora: A Image Comics.

A editora começou com um Boom, com um elenco de criadores bombásticos e personagens coloridos, raivosos e mulheres de biquini prontos para aplicar a justiça com muita porrada, linhas de velocidade e capas holográficas… Teve início assim a era dos especuladores que compravam tiragens inteiras de uma edição para revender a preços exorbitantes quando a procura aumentasse. O resultado foi uma queda na pouca elaboração dos textos e um aumento nos enfeites de capa. As Comic Shops começavam a se multiplicar pelo mundo atrás do dinheiro fácil e revistas como a finada Wizard nasceram para  controlar o capital especulativo por meio de uma lista atualizada mês a mês com os títulos quentes do mercado.

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Reagindo a críticas com relação a fraqueza do conteúdo, alguns estúdios ( a Image era formada pelo coletivos de estúdios de seus membros formadores: Wildstorm de Jim Lee, Top Cow de Mark Silvestre, Boom Studios de Rob Liefield, etc, cada uma com seu próprio leque de personagens) começaram a contratar nomes consagrados como Neil Gaiman, Alan Moore e Grant Morrison para escrever alguns títulos, ao mesmo tempo em que abriram espaço para novos escritores interessados em super-heróis. Um deles era o jovem Warren Ellis, contratado pela WildStorm para escrever seu supergrupo de agentes secretos StormWatch. A crise veio, o mercado especulativo se afogou em suas próprias artimanhas levando os estúdios a se dividirem em editoras independentes, menos a WildStorm que foi comprada pela DC Comics.

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A meta era tirar o pé da cova e a aposta era em bons argumentos. Os anos 90 estava acabando e um novo milênio acenava no horizonte. Warren Ellis já fazia sucesso graças a seu, cada dia mais sombrio, Stormwatch e títulos como Transmetropolitan cimentavam sua fama no extinto selo Helix da DC. Mas era hora de mudanças. Em StormWatch, Ellis criou o grupo de trabalhos secretos chamado StormWatch Black, e após um encontro desastroso com os alienígenas criados por Riddley Scott no especial Wildcats VS Aliens, o título é cancelado. O que se seguiu em 1999 revirou o universo dos quadrinhos de super-heróis utilizando conceitos extraídos de clássicos como Watchmen e Cavaleiro das Trevas, somados a paixão de Ellis por ficção científica Hard  e magia shamanica: Assim nasceu The Authority –  um grupo formados pelos membros da extinta StormWatch Black: O espírito do Séc. XX, Jenny Sparks; o homem das cidades; Black Hawsmoore; o junkie e último de uma longa linhagem de shamans,o  Doutor; a maravilha nanotecnológica, Engenheira; e fera alada Swift e o casal de aventureiros criados genéticamente, Apolo e Meia Noite.

Tudo era novo, de novo. Warren Ellis se encontrava livre de uma cronologia sem pé nem cabeça e uma carta branca pra fazer o que quisesse e o artista Brian Hitch mostrou ao mundo que um quadrinho pode ser realisticamente detalhado sem perder sua dinâmica e, mais importante, sem perder sua capacidade de contar histórias. E que histórias.

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Em Authority tudo pode acontecer. Desde os personagens matarem deus, até o primeiro beijo gay dos quadrinhos (não é a toa que Apolo e Meia-Noite sejam tão parecidos com dois certos melhores do mundo…) A ação era vertiginosa e ultra-violenta e a premissa era simples: Nós temos poder para salvar o mundo e vamos fazê-lo a qualquer custo. As histórias costumavam a destruir cidades famosas inteiras e a proatividade dos heróis não escondia seu potencial fascista… pelo contrário. O diferencial do título é justamente se equilibrar entre um pensamento esquerdista que se vê com poderes para instituir seu ponto de vista e o quanto esta linha ação vai se diferenciar de outras ditaduras impostas com poder superior. Tudo muito sutil…

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Mas esta sutileza vai pro espaço quando Ellis e Hitch dão lugar a um outro grupo de novatos: Mark Millar e Frank Quitely. Sob a pena de Millar (que segundo fontes teve a ajuda do conterrâneo escocês Grant Morrisson), o grupo assume suas nuanças políticas confrontando de frente o governo americano, as grandes corporações que mandam no mundo e as pequenas ditaduras alimentadas por armas da indústria bélica dos yankes. Outra diferença entre as duas fazes é a falta de maniqueísmos. Os membros do Authority são donos de hábitos desagradáveis como qualquer um, a ponto de irem as missões fedendo a bebida, ou reclamarem do cheiro dos refugiados resgatados em uma missão na Ásia,  o que os separa de seus adversários é a escolha ética que fazem com clareza, e se seus métodos são discutíveis, os de seus inimigos conseguem ser ainda mais revoltantes.

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O Authority teve um impacto grande nos quadrinhos, gerando paródias e versões, como o grupo Elite,  liderado por Manchester Black e que desafia Super-Homem para uma aposta de poder (uma alegoria das questões a revista levantou) que foi inclusive adaptado para um longa de animação: Superman Vs The Elite. Sua abordagem do mito do super-herói também permitiu que o mercado recebesse autores como Brian Michael Bendis e o próprio Mark Millar; foi a inspiração para o universo Marvel Millenium e, pode-se dizer, possibilitou que existissem filmes de pessoas em colantes coloridos sem que isso parecesse ridículo.

Authority é um quadrinho arrojado, sem medo de tocar em feridas e levantar discussões. É o fruto de uma renascença dos quadrinhos de super-heróis que teve início quando Alan Moore e James Robinson trabalharam nos WildCats (o que levou ao relançamento da Liga da Justiça por Grant Morrison e ao próprio Autórity e seu título irmão, Planetary) e que teve seu último prego do caixão fincado com o lançamento dos Novos 52, momento em que a DC decide voltar aos esquemas especulativos do início dos anos 90 e recauchutar velhos conhecidos como Rob Liefield e Scott Lobdell… mas a história tende a se repetir, e uma nova fase de  novos criadores pode vir a qualquer momento. Enquanto isso, não deixe de procurar por qualidade nos sebos e nas revistas antigas.

Serviço: Authority: Sem Perdão – R$ 60,00;  Authority: Sob Nova Direção – R$ 43,00;   Jenny Sparks: A história secreta do Authority – R$30,00;

Gibiteria

maio 10, 2013

Esta é nossa coluna dedicada aos quadrinhos feitos no Brasil ou por brasileiros. Aqui sempre teremos algumas resenhas de lançamentos do mercado e de material antigo que merece destaque. HQ’s nacionais de todos os gêneros e editoras.

Nesta edição de estréia teremos dois lançamentos e um destaque. Os lançamentos são os zines Split e As Sessões, estréia do cartunista Mateus Gandara no mundo dos zines (Split em colaboração com Pedro D’apremont) e um destaque para a revista Entre Quadros: A Walk on the Wild Side/ Wake Up do escritor e roteirista Mário Cesar.

Split e As Sessões

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O cartunista brasiliense Mateus Gandara faz sua estréia no mercado de fanzines, mercado que volta a fervilhar no Planalto Central. Seu título de abertura é o tocante “As Sessões”, que narra, em traços pesados e surpreendentemente expressivos, os passos vacilantes e incontornáveis que o personagem precisa dar para solucionar um problema íntimo cuja sua incapacidade de resolver só não é maior que a dor que o problema causa. Um singelo conto sobre aquilo que move uma pessoa a pedir ajuda profissional. Para quem reclama que o excesso de experimentações, comum na temática dos zines, esconde uma ausência de narrativa.. este As Sessões é uma boa pedida. Plus, a arte de Gandara consegue trabalhar com sombras pesadas e uma estética de xerox com bastante habilidade criando pequenos retratos de dor que são de partir o coração.

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O zine Split usa um recurso comum, mas sempre legal, de dividir uma revista em duas. No lado A nós temos a história “Malditos Gatos” de Gandara e no lado B temos “Sem Título” de D`apremont.

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Em “Malditos Gatos” temos um ser das trevas narrando sua atribulada relação com os felinos caseiros, mas não é bem como se costuma a imaginar. A simplicidade da divertida história (ainda que um pouco confusa na primeira página) se contrasta com a belíssima arte que remete a alguns dos melhores artistas que trabalharam no título italiano Dylan Dog. A semelhança não aparenta ser coincidência e deixa o pequeno acepipe de quadrinho ainda mais saboroso.

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O outro lado da revista traz uma divertidíssima história sem título de Pedro D`apremont. Uma mistura de Laerte das antigas, Charles Burns e Zach Galiafinakis que acompanha a visita de um transtornado transeunte à padaria, para o horror dos passantes e de um traumatizado balconista.

O destaque de nossa coluna vai para o segundo volume da série  “Entre Quadros” do quadrinista Mário César.

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A Walk on the Wilde Side e Wake Up são as duas histórias que compõe este volume, ambas adaptadas de contos, respectivamente, de Pedro Cirne e Nick Farewell. Durante muito tempo eu teimei em não ler esta edição graças a capa que apresenta um personagem de costas vestido algo parecido com uma roupa de palhaço… estava bem cansado do imaginário do circo e a revista acabou me cheirando a uma versão impressa de um clipe do Teatro Mágico. Bastante diferente disso, porém apresentando algumas semelhanças aqui e acolá, a HQ se mostra uma surpresa leve, agradável e que quer lhe dizer algo no pé do ouvido. Em Wake Up, a melhor do volume, os autores refletem sobre os papeis sociais e a liberdade com a ingenuidade dos jovens poetas e em A Walk, um personagem vai receber uma ajuda não solicitada que vai lhe mostrar o que ele tem a perder com sua atual maneira de viver.

O que falta de experimentação formal ou urgência artística, é compensado por uma clara vontade de produzir um quadrinho acessível, bem estruturado e que permita alguns minutos de boa e despretensiosa leitura. E, as vezes, estas são as qualidades que os leitores mais procuram…

Serviço:

EntreQuadros – R$ 8,00         As Sessõe –  R$ 5,00           Split – R$ 5,00

Além dos novos 52! Histórias que não podem se perder no Flahspoint!

maio 9, 2013

No próximo mês o universo DC novos 52 comemora um ano no Brasil. Para alguns, este não é um motivo de comemoração… mas, independente de gosto pessoal, este novo universo DC ainda se encontra numa bagunça editorial em que fica difícil saber o que veio antes e o que começou agora… quais os personagens cuja cronologia ainda deve ao universo anterior e quais que começam do zero. O problema é que existe uma grande história por trás dos novos 52 e que, não fosse apenas pelo fato de alguns capítulos desse passado ainda serem extremamente relevantes para o presente (como é o caso das revisas do Lanterna Verde e do Batman), essas aventuras estariam esquecidas. Estas edições valem a pena serem tiradas do limbo do esquecimento para serem lidas e apreciadas pelos novos leitores e nós da Kingdom Comics vamos fazer este serviço cívico decenauta para você fiel leitor.

E não há lugar melhor pra começar do que pelos Vingadores… isso mesmo!

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Eles estão em todos os lugares hoje em dia graças ao filme de sucesso da Marvel Studios e, num passado não muito distante, eles estiveram no universo DC também. Um dos tesouros apagados da cronologia da nova DC é o encontro entre seus campeões da Liga da Justiça e o grupo de aventureiros da editora concorrente, os Vingadores, no título escrito por Kurt Busiek e belamente ilustrado pelo mestre George Perez “Liga da Justiça Versus Vingadores”. A simplicidade do nome da revista esconde o melhor cross-over entre editoras que já houve, uma aventura que esperou mais de 20 anos para ver a luz do dia.

No final dos anos 70 o artista George Perez já tinha seu nome escrito no panteão dos grandes artistas de quadrinhos graças a sua passagem pelo título dos Vingadores na Marvel e seu trabalho na revista da Liga da Justiça pela DC. Daí foi um pulo para ganhar o mundo com sua versão moderna dos Novos Titãs e reformular todo o universo de Super-homem e companhia na mega saga Crise nas Infinitas Terras. Tendo já trabalhado brilhantemente nos títulos das duas maiores equipes de cada editora, e se especializado por compor cenas épicas com dezenas de personagens em um mesmo painel, nada fazia mais sentido que escala-lo para fazer o maior cross-over entre as editoras. O projeto já estava com 20 páginas desenhadas quando  o tapete foi puxado. A época para colaborações havia terminado e seria preciso esperar até o começo do século XX para voltar a tocar no assunto.

Arte promocional do encontro entre os grupos nos anos 80

Arte promocional do encontro entre os grupos nos anos 80

Com o final dos anos 90 veio a grande crise dos quadrinhos norte-americanos e as editoras resolveram voltar a se unir em nome do bom e velho lucro gordo gerando histórias de gosto duvidoso e que não chegavam a corresponder a expectativa. Mas a chama se acendeu em Kurt Busiek e no então editor da Marvel Joe Quesada. George Perez havia voltado com toda força ao mundo dos quadrinhos ilustrando os Vingadores de Busiek e a Liga da Justiça também gozava de uma sequência de prestígios depois que o polêmico escritor Grant Morrisson trouxe de volta os 7 heróis fundadores que estavam a anos fora da formação da Liga. O terreno estava pronto para fazer o maior cross-over de editoras da terra, só desta vez os envolvidos tinham mais do que lucro em mente! Havia um projeto interrompido que era a paixão de Perez e a habilidade de escritor e a empolgação típica de fanboy de Busiek que não ia perder a oportunidade de abusar das capacidades de seu parceiro do lápis e colocar cada membro que já participou de uma história da Liga ou do Vingadores numa revista.

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O resultado, como esperado, foi de encher os olhos. Toda a atenção de detalhes e o conhecimento histórico de Busiek se misturou a um George Perez possuído pela vontade de produzir e Liga Vs Vingadores não só foi a melhor história entre os dois universos como desbancou sem dificuldades a horrível mini-série Marvel Vs DC publicada alguns anos antes. São 4 edições de puro orgasmo marvete e decenauta em que todos, simplesmente todos os personagens que já passaram pelo folclore dos dois grupos aparecem e muito mais.

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História em quadrinhos de Super-herói com qualidade, substância e amor na produção, isso é Liga da Justiça Versus Vingadores. E se você é fã de carteirinha de George Perez, não pode perder a memorável visita que o artista vai fazer ao Brasil durante o oitavo Festival Internacional de Quadrinhos que será realizado em Belo Horizonte em Novembro!!

Fique de olho:

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Liga da Justiça Versus Vingadores – mini-série em 4 edições pacote completo: R$ 50,00! Aqui na Kingdom Comics!

Mostre sua simpatia ao movimento igualitário nos EUA com o seu estilo!

março 28, 2013

Assim como no Brasil, os EUA estão se movimentando politicamente para decidir o futuro legislativo do casamento homoafetivo. Diferente do Brasil, lá esse assunto é levado a sério. Se você é solidário da causa do casamento igualitário, já deve conhecer o símbolo que representa o movimento:

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O site Comics Alliance disponibilizou várias imagens para você personalizar sua rede social demonstrando sua simpatia pela causa com o estilo que você imaginar. Confira abaixo:

 

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Confira mais imagens no site do Comics Alliance!

Artista imagina velhos conhecidos para serem novos recrutas para integrar os G.I.JOES.

março 28, 2013

O artista Dennis Culver seleciona alguns rostos conhecidos pelos habitantes do distante mundo dos anos 80 para se alistarem no grupo de elite favorito da infância de muita gente: os G.I.JOES.

Confira abaixo alguns deles:

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Confiram mais alguns recrutas no site http://news.moviefone.com/

Legião dos Heróis #04 – Lugar de HQ é na parede

janeiro 8, 2013

No vídeo de hoje a Legião visitou a Kingdom Comics. Localizada no Conic, na cidade de Brasília, a loja especializada em artigos geeks é um dos pontos de revenda do projeto Gazzara. Você conhece? Se ainda não ouviu falar assista o vídeo e tire suas dúvidas sobre o assunto.

Página da Kingdom Comics: https://kingdomcomics.wordpress.com/
Kingdom Comics no Facebook: https://www.facebook.com/kingdomcomicsdf

Ganhe ingressos para o HOBBIT !!! participe e concorra.

janeiro 5, 2013

É so clicar no link e participar do sorteio galera.

http://sorteie.me/facebook/compartilhar.php?id=134050

Galinha Preta – Eu tenho problema

dezembro 27, 2012

O que aconteceria se Guerra nas Estrelas fosse feito com os X-men originais?

outubro 19, 2012

O que vou postar hoje é uma arte inspirada em um pensamento:

“E, se ao invés da Kitty Pride, no clássico conto dos X-men que saiu no Brasil em Superaventuras Marvel #55, fosse o Homem de Gelo que contasse a história de ninar para Illyana? E se ele tiver acabado de assistir Guerra nas Estrelas e sofresse de uma fraca imaginação? Provavelmente a história seria assim…”

Se quiser ver outras artes minhas, clique aqui!