Archive for the ‘Quadrinhos’ Category

Os irmãos Bá e Moon publicam quadrinhos sobre os protestos em São Paulo

junho 18, 2013

Os SuperGêmeos Gabriel Bá e Fabio Moon postaram em seu blog um breve quadrinho sobre os recentes protestos em São Paulo. Embora um tanto bairristas, os quadrinhos chamam seus leitores as ruas. E os reproduziremos aqui com este mesmo intuito.

 

Fábio Moon

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Gabriel Bá

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Conheça mais no blog dos autores: http://10paezinhos.blog.uol.com.br/

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Estréia na Argentina série sobre Oesterheld

maio 11, 2013

Essa notícia já deu no omelete já tem um tempo, mas vale a pena repassar. A TV Pública argentina produziu uma mini-série de 13 episódios contando a vida do escritor de quadrinhos Hector Germán Oesterheld –  um dos maiores nomes do quadrinho internacional, criador do Eternauta, Sargento Kirk e outros quadrinhos argentinos –  que teve a vida abreviada pela ditadura do país nos anos 60 devido aos assuntos espinhosos que seu quadrinho tratava.

Além de um herói do meio, sua telebiografia “Ultima Vinetas” é a primeira série a tratar da vida de um quadrinista. Pode ser vista no youtube ou pelo link da série na página da TV Pública.

 

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Além dos novos 52! Histórias que não podem se perder no Flahspoint!

maio 9, 2013

No próximo mês o universo DC novos 52 comemora um ano no Brasil. Para alguns, este não é um motivo de comemoração… mas, independente de gosto pessoal, este novo universo DC ainda se encontra numa bagunça editorial em que fica difícil saber o que veio antes e o que começou agora… quais os personagens cuja cronologia ainda deve ao universo anterior e quais que começam do zero. O problema é que existe uma grande história por trás dos novos 52 e que, não fosse apenas pelo fato de alguns capítulos desse passado ainda serem extremamente relevantes para o presente (como é o caso das revisas do Lanterna Verde e do Batman), essas aventuras estariam esquecidas. Estas edições valem a pena serem tiradas do limbo do esquecimento para serem lidas e apreciadas pelos novos leitores e nós da Kingdom Comics vamos fazer este serviço cívico decenauta para você fiel leitor.

E não há lugar melhor pra começar do que pelos Vingadores… isso mesmo!

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Eles estão em todos os lugares hoje em dia graças ao filme de sucesso da Marvel Studios e, num passado não muito distante, eles estiveram no universo DC também. Um dos tesouros apagados da cronologia da nova DC é o encontro entre seus campeões da Liga da Justiça e o grupo de aventureiros da editora concorrente, os Vingadores, no título escrito por Kurt Busiek e belamente ilustrado pelo mestre George Perez “Liga da Justiça Versus Vingadores”. A simplicidade do nome da revista esconde o melhor cross-over entre editoras que já houve, uma aventura que esperou mais de 20 anos para ver a luz do dia.

No final dos anos 70 o artista George Perez já tinha seu nome escrito no panteão dos grandes artistas de quadrinhos graças a sua passagem pelo título dos Vingadores na Marvel e seu trabalho na revista da Liga da Justiça pela DC. Daí foi um pulo para ganhar o mundo com sua versão moderna dos Novos Titãs e reformular todo o universo de Super-homem e companhia na mega saga Crise nas Infinitas Terras. Tendo já trabalhado brilhantemente nos títulos das duas maiores equipes de cada editora, e se especializado por compor cenas épicas com dezenas de personagens em um mesmo painel, nada fazia mais sentido que escala-lo para fazer o maior cross-over entre as editoras. O projeto já estava com 20 páginas desenhadas quando  o tapete foi puxado. A época para colaborações havia terminado e seria preciso esperar até o começo do século XX para voltar a tocar no assunto.

Arte promocional do encontro entre os grupos nos anos 80

Arte promocional do encontro entre os grupos nos anos 80

Com o final dos anos 90 veio a grande crise dos quadrinhos norte-americanos e as editoras resolveram voltar a se unir em nome do bom e velho lucro gordo gerando histórias de gosto duvidoso e que não chegavam a corresponder a expectativa. Mas a chama se acendeu em Kurt Busiek e no então editor da Marvel Joe Quesada. George Perez havia voltado com toda força ao mundo dos quadrinhos ilustrando os Vingadores de Busiek e a Liga da Justiça também gozava de uma sequência de prestígios depois que o polêmico escritor Grant Morrisson trouxe de volta os 7 heróis fundadores que estavam a anos fora da formação da Liga. O terreno estava pronto para fazer o maior cross-over de editoras da terra, só desta vez os envolvidos tinham mais do que lucro em mente! Havia um projeto interrompido que era a paixão de Perez e a habilidade de escritor e a empolgação típica de fanboy de Busiek que não ia perder a oportunidade de abusar das capacidades de seu parceiro do lápis e colocar cada membro que já participou de uma história da Liga ou do Vingadores numa revista.

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O resultado, como esperado, foi de encher os olhos. Toda a atenção de detalhes e o conhecimento histórico de Busiek se misturou a um George Perez possuído pela vontade de produzir e Liga Vs Vingadores não só foi a melhor história entre os dois universos como desbancou sem dificuldades a horrível mini-série Marvel Vs DC publicada alguns anos antes. São 4 edições de puro orgasmo marvete e decenauta em que todos, simplesmente todos os personagens que já passaram pelo folclore dos dois grupos aparecem e muito mais.

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História em quadrinhos de Super-herói com qualidade, substância e amor na produção, isso é Liga da Justiça Versus Vingadores. E se você é fã de carteirinha de George Perez, não pode perder a memorável visita que o artista vai fazer ao Brasil durante o oitavo Festival Internacional de Quadrinhos que será realizado em Belo Horizonte em Novembro!!

Fique de olho:

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Liga da Justiça Versus Vingadores – mini-série em 4 edições pacote completo: R$ 50,00! Aqui na Kingdom Comics!

Calvin no mundo real Por Michael S. Den Beste

fevereiro 14, 2013

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Lima mostra o que é o projeto GAZZARA

dezembro 2, 2012

 

Grant Morrison: Em Polêmica Entrevista pra Playboy

novembro 13, 2012

Grant Morrison: Em Polêmica Entrevista pra Playboy

Grant Morrison….. é um dos escritores mais aclamados e polêmicos dos quadrinhos. Com obras marcantes em sua carreira (“Os Invisíveis”, “Homem-Animal”, “Novos X-Men”, “Grandes Astros: Superman”, “Marvel Boy”, e várias histórias do “Batman”: incluindo sua fase atual nos EUA), o autor fez declarações bastante polêmicas em uma recente entrevista pra revista Playboy:
Entre as quais…. afirmou que Batman é GAY (e que “não há como negar isso”), que a Mulher-Maravilha foi criada como um reflexo das fantasias e desejos sexuais  proibidos da época (sempre era amarrada e amordaçada em histórias q mesclavam luxúria e submissão feminina além de lesbianismo sutil), e Magneto (vilão dos X-Men) é apenas um terrorista que não tem nada da “nobreza” que a Marvel tentava agregar à ele!!!
Confira abaixo a entrevista (traduzida em português)…. e tire suas próprias conclusões sobre essas e várias outras declarações polêmicas:

Sobre o Batman:

“Eu fiquei interessado no elemento de “classes” que envolve o Batman: Ele é um cara rico que bate em gente pobre. É uma missão bem bizarra sair a noite vestido de morcego e dar uma surra em marginais. E aí ele vai pra casa e mora numa mansão. Há uma qualidade inspiradora nele – ele é um fora da lei e ele pode comprar qualquer coisa. Ele tem um bat-móvel novo a cada filme. Ele é muito plutoniano no sentido de que ele é rico e no senso de que ele tem um desvio sexual. A homossexualidade é intrínseca ao Batman. E eu não estou usando “gay” no sentido pejorativo, mas Batman é muito, muito gay. Não há como negar isso. Obviamente que como personagem ficcional há uma pretensão de que ele seja heterosexual, mas a base de todo o conceito dele é altamente gay. Eu acho que é por isso que as pessoas gostam. Todas aquelas mulheres que o desejam, e elas todas usam aquelas roupas fetichistas e pulam de telhado em telhado para pegá-lo. Mas ele não se importa – ele está mais interessado em sair com o velho e com o garoto.”

 Sobre o Superman:

“Quando Superman foi criado durante a Grande Depressão, ele era o campeão dos oprimiidos e lutava ao lado dos trabalhadores. Ele era fora da lei. Se você batesse na mulher, ele te jogaria pra fora da janela. Se você fosse um deputado corrupto, ele ficaria te balançando do alto do telhado até você confessar. Eu acho que isso tinha um grande apelo para as pessoas que estavam perdendo seus empregos para máquinas: de repente você tinha um super-humano quebrando as máquinas e esmurrando robôs. Mas a popularidade dele declinou – ninguém mais quer ser um filho de fazendeiro hoje em dia. Os escritores americanos geralmente dizem que acham difícil escrever o Superman. Eles dizem que ele é poderoso demais; que não dá pra criar problemas pra ele. Mas o Superman é uma metáfora. Pra mim, Superman tem os mesmos problemas que nós temos, mas numa escala de Paul Bunyan*. Se Superman sai pra passear com o cachorro, ele anda em volta de um cinturão de asteróides porque ele pode voar. Quando os parentes do Superman vêm visitá-lo, eles vêm do século 31 e trazem com eles um monstro conquistador infernal do futuro. Mas no fim ainda é uma história sobre parentes visitando.”

*Paul Bunyan é um lenhador gigante que faz parte do folclore americano. (Teve uma história sobre ele adaptada e publicada em “Almanaque Disney nº 1” da Abril)!!!

Sobre o Coringa:

“Eu me identifico com o Coringa até certo ponto – pelo menos na forma como eu o escrevo, que é como um idiota cósmico. Ele é o oposto perfeito do Batman, se não for mais. Quando o Coringa apareceu em 1940, ele era um maníaco homicida amarrado. Então eles tiraram toda violência e morte, e ele se tornou um palhaço gargalhando, dirigindo por todo lado em seu Coringa-móvel. Depois ele era um paciente psiquiatrico risonho da versão da série de TV. De repente nos anos 70 ele estava matando seus capangas novamente. E nos anos 80 ele era um andrógino transvestido. Então eu disse: “okay, nós tivemos todas essas versões do Coringa. Então vamos dizer que elas são todas partes da mesma pessoa que apenas muda de ideia a cada dia. Eu racionalizei isso ao dizer que ele é supersão, o primeiro homem do século 21 que consegue lidar com o excesso de informação mudando toda sua personalidade. Eu até que gosto dele, porque ele é um pop star – ele é como Bowie.”

Sobre a Mulher-Maravilha:

“William Moulton Marston, o cara que criou a Mulher Maravilha, era um notável psiquiatra. Ele é o cara que inventou o polígrafo, o detector de mentiras. Ele era um daqueles boêmios que amava livremente; ele e a mulher dele, Elizabeth, compartilhavam uma amante, Olive, que foi o modelo físico para a Mulher Maravilha. O que ele e Elizabeth fizeram foi propor uma sociedade de amazonas que ficou sem a presença de homens por 3 mil anos. Isso se desenvolveu, juntamente com algumas das mais febris fantasias de Marston, numa utopia lésbica. Embora elas fossem supostamente amantes de uma cultura de paz, o anseio de todas essas super-garotas parece girar em tonro de lutar umas contra as outras, e essa coisa louca e ritualística, onde garotas se vestem como veados e são perseguidas e amarradas e simbolicamente comidas num banquete. Essa coisa toda era luxúria misturada com bondage e escravidão. A Mulher Maravilha era constantemente amarrada ou algemada – e tudo isso se tornou um grande sucesso. Quando Marston morreu em 1947, eles se livraram dos elementos perversos, e instantaneamente as vendas afundaram. Mulher Maravilha deveria ser a mulher mais sexualmente atraente, inteligente e pontente que você possa imaginar. Ao invés disso, ela se tornou um cruzamento entre a Virgem Maria e a Mary Tyler Moore que não tem apelo nem mesmo para garotas.”

Sobre Magneto:

“Magneto é um velho terrorista bastardo. Eu entrei num encrenca – os fãs dos X-Men me odiaram porque eu o transformei em um velho estúpido e idiota viciado em drogas. Ele apareceu inicialmente como esse desprezível e cruel terrorista, então eu pensei: “Bem, isso é o que ele realmente é”. Chris Claremont fez ótimo trabalho através dos anos para redimir o personagem: Ele o tornou um sobrevivente dos campos de concentração e um nobre anti-herói. Então eu apareci e coloquei tudo aquilo de lado. Era logo depois do 11 de setembro, e eu disse: “ele não é nobre porra nenhuma”.

Retirado do : Actions e Comics

SANITÁRIO !!! O MUNDO AINDA NÃO ACABOU…

outubro 30, 2012

SANITÁRIO !!!

Veja preview do novo quadrinho de B.P.R.D. de Mike Mignola com os irmãos Moon e Bá!

outubro 16, 2012

Ano que vem a Dark Horse planeja dar fim a sua série irmã de Hellboy, B.P.R.D., mas seu fim promete ser em grande estilo. Serão 5 arcos de histórias que levarão ao fim do título, e o primeiro deles mostrará os eventos que se passaram após a mini 1948, novamente uma parceria entre os brasileiros Fábio Moon e Gabriel Bá como criador da série, Mike Mignola.

Confiram o preview da série e os belos traços dos brasileiros logo abaixo:

 

 

 

Veja páginas do novo quadrinho de Lorenzo Mattotti.

setembro 27, 2012

O artista italiano Lorenzo Mattotti, conhecido em terras brasileiras via revista Animal e posteriormente na Graphic Novel “Estigmata” da editora Conrad, teve seu trabalho mais recente publicado nos EUA em uma bela edição da Fantagaphics. A Graphic Novel, escrita em conjunto com Jorge Zentner, chama-se The Crackle in the Frost, e ainda não tem a mínima previsão de publicação em terras brasileiras. Enquanto isso, você pode apreciar as belíssimas e surreais páginas publicadas no site Comics Alliance abaixo:

 

Quadrinhos por U$3,00 no site da Top Shelf!

setembro 12, 2012

Top Shelf é uma editora independente dos EUA que hoje é a casa de gente de peso como James Kochalcka, Eddie Campbel e o mago Alan Moore. Todo ano ela promove uma liquidação especial em que, durante duas semanas, alguns de seus títulos estão a venda no site da editora por 3, eu disse, 3 dólares!

Se você é o feliz possuidor de um cartão de crédito internacional, pode adquirir alguns títulos de peso como The Underwater Welder do escritor de Homem-Animal, Jeff Lemire; American Elf de James Kochalcka; edições em capa dura de Blackets de Craig Thompson e Alec: The Years Have Pants de Eddie Campbel além da edição completa de From Hell de Moore e Campbell e The Complete Dodgem Logic, o famigerado fanzine de Alan Moore.

 Tá fazendo o que aqui ainda, vai lá no site da editora!