Posts de outubro \30\UTC 2010

25/09/10 – Show de lançamento do livro Mulheres do Rock (Conic – DF)

outubro 30, 2010

25/09/10 – Show de lançamento do livro Mulheres do Rock (Conic – DF)

Há tempos eu não via o velho Conic tão cheio de vida. Os camisas pretas novamente invadiram o antigo reduto do Rock candango e foi bom demais presenciar e participar disso tudo.

Com à pino e calor tinindo, chegou a ser engraçado ver a preocupação da produção com a estrutura montada temendo alguma possibilidade de chuva. A data, um sábado de muitas opções pelas cidades, marcou o lançamento oficial do livro Mulheres do Rock, obra literária idealizada e realizada pelo Zine Oficial, na qual seis mulheres narram suas lembranças e feitos dentro da cena Rock do Distrito Federal e do Entorno. Todas as escritoras – Alice, Andréa, Bianca, Ludmila, Márcia e Zanny – estiveram presentes ao evento e distribuíram muitos autógrafos.

Para a festa ficar completa teve música ao vivo. Rock,  é lógico! A abertura ficou a cargo da Gulag, banda na qual toca a baterista e agora escritora Alice. O set foi curto, energético, vibrante e sem muitos rodeios.

O som exalado pelos PAs foi um Hardcore rápido e envolvente. Mostarja foi a próxima. A banda desacelerou no ritmo, mas não na empolgação. Mesmo recheada de grandes músicos, a Mostarja preferiu optar por um Rock’n’Roll com flertes Punk-Rock sem qualquer malabarismo musical, ou seja, canções simples e eficazes sem pretensões virtuoses. Agradou o público e deixou os presentes ainda mais satisfeitos quando resolveram tocar Ramones.

A Massacre Bestial, de Águas Lindas de Goiás, mandou seu conhecido e querido Thrash calcado na velha escola brasileira. Além de músicas próprias, ainda teve tempo para um cover da Taurus (com participação especial de um banger que estava na platéia) e uma versão da Suicidal Tendencies, a qual carece de um pouco mais de ensaio.

Sem muito tempo para recuperar o fôlego, a Quebra Queixo já veio em seguida emendando seu Crossover cheio de swing, com destaque para o ótimo guitarrista Paulinho. Como de costume, mandaram Dead Kennedys e caíram na graça do povo. Com um grande – e entrosado – time de músicos e um som maduro, a Kábula já é séria candidata a ocupar posto de destaque entre o primeiro escalão do Hard Rock’n’Roll nacional e, mais uma vez, provou isso com uma apresentação redonda e coesa, sob o comando do comunicativo e carismático vocalista Ricardo. A veterana e barulhenta Death Slam dividiu o set em músicas antigas e sons novos, os quais comporão o novo CD “Bombas contra a hipocrisia”.

A julgar pelo belo comportamento dos bangers e hardcores presentes, as novas canções também passaram pelo crivo popular.

Nesse momento, outro acontecimento deu mais brilho ao festival de lançamento do livro Mulheres do Rock, foi a Zombie Walkers, uma caminhada de um batalhão de pessoas fantasiadas como zumbis passou pelo local. Sensacional! Após mais de vinte anos de espera, enfim a paulista Genocídio volta aos palcos candangos. E o retorno não poderia se dar de melhor forma: lançando o disco novo (o fenomenal “The clan”) e tocando para mais de 2.000 seres humanos sedentos por Heavy-Metal.

Além de passar por toda a carreira da banda tocando velhos e novos clássicos, ainda deu tempo para homenagear a Slayer ao tocarem Black Magic. Após longa demora, enfim a paraense Stress sobe ao palco para a primeira apresentação na região centro-oeste.

Quem pode ficar jamais irá se arrepender: foram 35 anos de história contados , ou melhor, cantados em cerca de 80 minutos de pura demonstração de amor ao Heavy-Metal.

Foi uma grande festa e coroada da melhor forma possível!

Por: Fellipe CDC (para ver fotos do evento acessem www.zineoficial.com.br)

Pânico Et Circensis

outubro 30, 2010

Capa da revista Pânico Et Circensis o mais novo GiBI do nosso LIMA

Naquim e cor com Photoshop

Acesse:
http://limarte.tumblr.com/
http://limarte.deviantart.com/
http://gavetainfinita.blogspot.com/
http://ograndelivrodoinexplicavel.blogspot.com/

Trabalho pessoal

Um conto para divertí – los

outubro 29, 2010

O SALTO

Da primeira vez foi totalmente por acaso. Correu pelo corredor fugindo da mãe que o perseguia com um cinto na mão, rapidamente entrou no quarto e fechou a porta atrás de si, indo se esconder dentro do guarda-roupa, logo sua mãe estava dentro do quarto e com a voz calma e ameaçadora que só as mães sabem falar disse:

- Saia de onde estiver eu vou te achar e você vai apanhar em dobro.

Dizendo isso ela passou a vasculhar o quarto, dentro do guarda-roupa Ahab tentava não se mexer e muito menos fazer barulho. Seu coração batia forte, pela primeira vez tinha saciado o desejo de matar algo maior que um rato, a vítima foi o cachorro bem tratado de sua tia rica, assim conheceu a morte e entregou-lhe em brasas o presente canino, agora dentro do guarda-roupa ele fugia da punição de seu crime.

Depois de verificar debaixo da cama e atrás das cortinas sua mãe caminha até o último lugar que falta olhar, o guarda-roupa, lá dentro Ahab sabia que levaria mais uma surra memorável, ele nunca desejou tanto está longe dali e quando viu a luz entrar pela pequena brecha que se abria fechou os olhos. Sua mãe abriu o guarda roupa e lá não havia nada.

Enquanto isso a empregada gritava no quintal, roupas de espalhavam pela grama e no meio das roupas Ahab com as mãos sobre o rosto, ao abrir os olhos novamente o garoto de olhos arregalados tinha a expressão mais assustadora que uma criança poderia produzir. Sem entender o que aconteceu ele ficou parado enquanto sua mãe chegava ao quintal e lhe aplicava a surra que lhe prometerá, dessa vez não sentiu dor, lágrimas também não houve, ele era especial, a única coisa que conseguia pensar era no que havia acontecido. Ahab tinha apenas dez anos e nunca conseguiu entender e muito mesmo esquecer o que lhe aconteceu, às vezes se pegava tentando repetir o feito, mas não sabia como.

Aos quinze anos entendeu como funcionava seu dom, sua mãe indo para o trabalho sofrerá um acidente de carro e a noticia deixou o jovem Ahab transtornado, a empregada da casa achou melhor não levar o garoto ao hospital, nervoso e impaciente ele caminhou de um lado para o outro do seu quarto, sua mãe era tudo que lhe sobrava, queria vê-la de qualquer jeito, então em questão de segundos estava ele parado na frente da porta do quarto de sua mãe no hospital, a confusão de gente no corredor era tamanha que ninguém percebeu que o jovem apareceu do nada, mas chegara tarde sua mãe acabara de falecer. A dor lhe ensinou a usar seu dom era a vontade que o movia, seu desejo profundo de sair daqui e em um piscar de olhos está em qualquer lugar.

Os dias se passaram e cada vez ele ia mais longe até que teve a idéia de ir onde nunca foi antes e seu poder não funcionou, descobriu assim que só conseguia ir até onde seus olhos enxergavam, seus olhos enxergavam fotografias e assim conheceu o mundo, para viver passou a roubar lugares onde chaves comuns não abriam.

Com dezoito anos já não precisava mais roubar para viver, era independente, juntou um pé de meia para toda vida e construirá pra si um esconderijo no coração da selva onde apenas um fotografo ousado e ele sabiam chegar, mas todos os dias ia a sua cidade natal, visitar os pouquíssimos amigos que ainda conservou. Em uma de suas visitas Ahab se viu flechado pelo inconseqüente cupido, Anabela enfeitiçara o suposto mágico, linda, alta, branca como a mais fofa das nuvens e dona de um sorriso que destruiria reinos inteiros.
Todos os dias Ahab ia visitá-la, até que decidiu abandonar seu esconderijo selvagem e voltar a morar na cidade. Ele amou e foi correspondido, a única certeza que tinha em sua vida virou dúvida. Deveria ele contar seu segredo à mulher amada? Algumas vezes quase o fez, mas para a segurança dos dois decidiu nunca contar. Todo herói tem um vilão pensava ele, o melhor era não arriscar.

O mundo para Ahab se resumia apenas a seu anjo branco, continuou a ir a outros lugares apenas para conseguir coisas que fossem agradar sua amada. E quatro anos se passaram e o amor que recebia lhe era suficiente, mas para Anabela era a vez de ouvir os sussurros sedutores do mundo e o amor que era rocha começou a ser fragmentado pelas gotas da dúvida e a jovem apaixonada não estava mais sentindo o amor lhe tocar.

Amor, sentimento que precisa sempre ser nutrido e assim Ahab se sentia completo apenas com a presença de sua mulher amada, mas cada vez mais Anabela se esquecia do seu amado até que o amor foi alvejado pelo tiro certeiro da separação, conversas sem sentido, perguntas sem respostas e um fim certo, nada fazia sentido para Ahab e queria ele está no lugar mais solitário que podia imaginar e lá ele apareceu. O grito de acabou ecoou há 8.848 metros de altitude, no alto do monte Everest, no frio insuportável, sentado na neve, na escuridão total da noite ele chorou, como nunca antes havia chorado, as lágrimas congelavam ao cair no chão coberto de neve.

O sol já aparecia no horizonte e do topo do mundo ele viu o nascer de um novo dia, assim decidiu que voltaria para seu verdadeiro lar, seu esconderijo e assim deixou de ser visto, mas todas as noites Ahab ia ao quarto de sua amada e no escuro velava o sono de Anabela assim o fez sempre que pode, no entanto uma noite quando se teletransportou, viu algo que lhe feriu mortalmente, seu anjo, a mulher que mais amou estava entregue a outra pessoa, quase que instantaneamente voltou para seu esconderijo e naquela noite os animais puderam ouvir os lamentos do único ser humano que pisava no coração da floresta. Seu dia foi de tristeza e magoa, mas na noite seguinte decidiu se teletransportar novamente ao quarto de Anabela onde tocou-lhe a face e a levou consigo para seu esconderijo, deixando sua amada dormindo em sua cama, sentou-se em uma poltrona próxima e esperou que ela despertasse. No meio da madrugada Anabela despertou e assustada se viu em um lugar estranho e repleto de fotos, olhando em volta seus olhos pararam na figura que sentado se escondia na penumbra do quarto, reconhecendo Ahab ela corre em sua direção e quando chega a sua frente percebe que ele chora.

A voz era séria e grave, ele falava com calma e pausadamente para que ela entendesse cada palavra e assim revelou seu segredo, logo depois derramou-se em declarações de amor que de nada adiantaram, pois com as mãos cobrindo as orelhas e de olhos fechados Anabela repetia baixinho:

- Eu não te amo, eu não te amo, eu não te amo…

O amor findou, tomado por uma fúria irracional, odiando o seu maior amor Ahab segura Anabela e se teletransporta para a boca do vulcão Kilauea onde rapidamente beija os lábios de sua amada e se joga segurando Anabela pelo braço, o calor era infernal e a queda rápida, Ahab olha os olhos de medo de Anabela que chora, os dedos vão se soltando devagar do braço da amada e ao soltar-se Anabela grita:

- Era mentira…

Por: Diogo Ramalho

The 99 (Os 99)

outubro 27, 2010

Galera, li essa materia no site da revista RollingStone

Muito bacana

E ai vai o link para o site oficial dos 99 : http://www.the99.org/

Ocidente e Oriente juntaram forças – ao menos no mundo dos quadrinhos. Futuras edições do The 99 (“Os 99″, em português), feitas em parceria entre a DC Comics (Estados Unidos) e a Teshkeel Comics (Kuwait), farão a Liga da Justiça lutar lado-a-lado com os 99 heróis – que personificam o mesmo número de atributos de Alá, a divindade suprema de acordo com a tradição muçulmana – citados no título da HQ.

Publicada pela primeira vez em 2006 (em países islâmicos) e 2007 (EUA), The 99 conta com escritores com passagem pelas editoras DC Comics e Marvel, segundo o jornal britânico The Guardian. Entre eles, Fabian Nicieza, Stuart Moore, June Brigman, Dan Panosian e John McCrea.

Badalada no Oriente Médio, a HQ vende, em média, um milhão de exemplares por ano e deve virar animação – além disso, um dos vários parques temáticos baseados nos “99 de Alá” foi inaugurado em maio, no Kuwait.

Não é a primeira vez que ocidente e oriente se mesclam nos quadrinhos. Em 2004, a Marvel lançou uma versão indiana do Homem-Aranha. Mas Dr. Naif Al-Mutawa, psicólogo e criador da série, acredita que a eleição de Barack Obama – cujo pai veio do Quênia, país com grande porcentagem de muçulmanos – à presidência nos EUA colabora para a aliança dos dois universos. “Vamos tê-los [a Liga da Justiça e os 99] trabalhando junto desde o primeiro dia, ou eles irão se ver como inimigos? O inimigo número 1 é o medo. Poderíamos abrir com o discurso de Obama [na Universidade do Cairo, em 4 de junho], com as duas equipes de super-heróis escutando e tendo reações diversas. Há várias possibilidades.”

Por ora, 23 heróis dos 99 totais foram lançados. “Estamos construindo a franquia aos poucos”, afirmou Mutawa, que acrescentou, ainda, ter de batalhar para criar uma “cultura da HQ”. “Muitas coisas não entram ou são censuradas. Certos enredos não funcionam e outros (…) simplesmente não são permitidos.”

Fãs reagiram à notícia de formas diversas. Uns imaginam como, por exemplo, a Mulher Maravilha aparecerá nas bandas orientais – já que os trajes, sumários para a tradição islâmica, dificilmente passarão pela censura. Há dúvidas, ainda, do lado do Ocidente. De cinco mulheres, apenas Batina, “a escondida”, aparece totalmente coberta por véu.

Ao contrário de outros parceiros de superpoderes, os 99 não usam disfarce. São, acima de tudo, pessoas comuns que desenvolvem habilidades extraordinárias após contato com “99 gemas místicas”. Clique aqui para conhecer outros personagens de 99.

Em carta aberta divulgada pelo site da rede britânica BBC e endereçada a seus filhos, Mutawa esclareceu por que 99 parecia o número perfeito para sua trupe de heróis. “Khalid, você nasceu pouco depois do 11 de setembro em Nova York. Já havia tomado a decisão de tirar o Islã da mão de seus sequestradores, mas não sabia como. A resposta estava bem na minha frente. Era tão simples e difícil como a mutiplicação de 9 por 11: 99″, escreveu.

Aos 32 anos, portanto, o psicólogo decidiu “criar um conceito que pudesse ser tão popular no Ocidente quanto no Oriente”. “Eu voltaria às mesmas fontes nas quais outros tiravam violência e mensagens de ódio para, no lugar, oferecer mensagens de tolerância e paz. Daria a meus heróis um cavalo de Tróia na fora de 99. O Islã era minha Helena. E eu a queria de volta.”

A HQ deve chegar ao mercado em até um ano.

Fonte: http://www.rollingstone.com.br/

RanXerox

outubro 26, 2010

O polêmico e cultuado clássico dos quadrinhos italianos em uma edição completa e de luxo. Este livro reúne todas as histórias do personagem, incluindo várias inéditas no Brasil. Criado por Stefano Tamburini e consagrado pelo traço hiperrrealista e cores deslumbrantes de Tanino Liberatore, Ranxerox nasceu de uma revolução nas ruas, e provocou outra revolução, na cultura pop.
Ranxerox é um robô bronco e mal-humorado perdidamente apaixonado pó Lubna. Vivendo em um mundo pós-apocalíptico, em que o consumismo, a violência e o egoísmo são as normas, ele não mede esforços para agradar sua garota, Seja conseguir drogas, gravar um filme na tevê ou fazer uma performace na Brodway, ele fará de tudo para satisfazer os desejos de Lubna ou salvá-la das enrascadas em que se mete.
Se você conhece a história, já sabe o que esperar: ultraviolência, erotismo e decadência cybepunk sem iguais o aguardam dentro destas páginas. Se nunca leu Ranxerox, prepare-se para conhecer as aventuras bizarras do andróide mais casca grossa dos quadrinhos. O mundo das HQs nunca mais foi o mesmo depois de Ranxerox, e agora você saberá por quê. Znort!

O polêmico e cultuado clássico dos quadrinhos italianos em uma edição completa e de luxo. Este livro reúne todas as histórias do personagem, incluindo várias inéditas no Brasil. Criado por Stefano Tamburini e consagrado pelo traço hiperrrealista e cores deslumbrantes de Tanino Liberatore, Ranxerox nasceu de uma revolução nas ruas, e provocou outra revolução, na cultura pop.
Ranxerox é um robô bronco e mal-humorado perdidamente apaixonado pó Lubna. Vivendo em um mundo pós-apocalíptico, em que o consumismo, a violência e o egoísmo são as normas, ele não mede esforços para agradar sua garota, Seja conseguir drogas, gravar um filme na tevê ou fazer uma performace na Brodway, ele fará de tudo para satisfazer os desejos de Lubna ou salvá-la das enrascadas em que se mete.
Se você conhece a história, já sabe o que esperar: ultraviolência, erotismo e decadência cybepunk sem iguais o aguardam dentro destas páginas. Se nunca leu Ranxerox, prepare-se para conhecer as aventuras bizarras do andróide mais casca grossa dos quadrinhos. O mundo das HQs nunca mais foi o mesmo depois de Ranxerox, e agora você saberá por quê. Znort!
R$ 49,90

Formato / Composição:
Formato: 23,5×31,5
ISBN:978-85-7616-407-4
Páginas: 192

HOMEM-ARANHA – COM GRANDES PODERES…

outubro 23, 2010

Editora: Panini Comics – Edição especial

Autores: David Lapham (roteiro), Tony Harris (desenhos), Jim Clark (arte-final) e J.D. Mettler (cores) – Originalmente publicado em Spider-Man – With great powers… # 1 a # 5.

Preço: R$ 19,90

Número de páginas: 120

Data de lançamento: Abril de 2010

Minissérie em cinco partes que mostra o começo da “carreira” de Peter Parker.

Após ser mordido por uma aranha afetada por radiações, o jovem ganha uma série de poderes e se torna um grande astro da luta livre!

Grandes Quadrinhistas: Will Eisner

outubro 23, 2010

Olá pessoal, vou começar uma seqüencia de posts denominado Grandes Quadrinhistas.

A palavra quadrinhista tem uma curiosidade, ela simplesmente não existe na língua portuguesa (de acordo com a nossa enciclopédia viva Sr. Lima), mas vou usar assim mesmo poderia ser Grandes Quadrinistas na verdade poderia ser o que eu quisesse afinal vai ser eu quem vai escrever mesmo.

Nasceu na cidade de Nova York, em 06 de Maio de 1917. Ingressou no mercado de quadrinhos em 1936, após cursar a New York Art Students League. Com seu sócio, S.M. Iger, fundou um estúdio que produziu revistas para várias editoras.

Vale apena  assistir a uma entrevista feita pelo Jô soares com Will Eisner.

Em 1988 a indústria dos quadrinhos prestou tributo à Eisner criando o Prêmio Will Eisner, mais conhecido como “Eisners”, que servem como uma premiação pelo “conjunto da obra” nas histórias em quadrinhos.

Will Eisner morreu em 3 de janeiro de 2005 em Laurderdale Lakes, Flórida, devido a complicações cardíacas depois de uma cirurgia em 22 de dezembro.

Uma curiosidade que Will Eisner conta é que ele sempre preferiu trabalhar com editoras pequenas, de forma que ele pudesse falar diretamente com o editor, e não ter que marcar audiências. Por isso ele publicou por um bom tempo pela Kitchen Sink Press, de Dennis Kitchen, e não por nenhuma das grandes do mercado.

Mas o nosso bom judeu deixou um legado enorme da sua grande narrativa gráfica que ele criou com maestria.

  • Um Contrato com DeusA Contract with God (1978, Baronet Books; DC Comics’ reissue Will Eisner Color Treasury (1981, Kitchen Sink)
  • Spirit Color Album (1981, Kitchen Sink)
  • Spirit Color Album, v2 (1983, Kitchen Sink)
  • Spirit Color Album, v3 (1983, Kitchen Sink)
  • Life on Another Planet (1983)
  • Quadrinhos e Arte SequencialComics and Sequential Art (1985)
  • O SonhadorThe Dreamer (1986)
  • O EdíficioThe Building (1987)
  • A Life Force (1988)
  • Art of Will Eisner (1989 2nd ed, Kitchen Sink)
  • Outer Space Spirit (1989 Kitchen Sink)
  • No Coração da TempestadeIn The Heart Of The Storm (1991)
  • The Will Eisner Reader (1991)
  • Invisible People (1993)
  • Dropsie Avenue (1995)
  • Christmas Spirit (1995 Kitchen Sink)
  • Spirit Casebook (199x Kitchen Sink)
  • Graphic Storytelling and Visual Narrative (1996)
  • The Princess and the Frog (1996)
  • All About P’Gell: Spirit Casebook II (1998 Kitchen Sink)
  • A Family Matter (1998)
  • Last Day in VietnamO Último Dia No Vietnã (2000)
  • The Last Knight (2000)
  • Pequenos MilagresMinor Miracles (2000)
  • Nova Iorque: A Grande CidadeNew York: The Big City (2000)
  • The Spirit Archives: [Eisner não participou nos volumes 5 a 10]
    • Volume 1 (2000)
    • Volume 2 (2000)
    • Volume 3 (2001)
    • Volume 4 (2001)
    • Volume 11 (2003)
    • Volume 12 (2003)
    • Volume 13 (2004)
    • Volume 14 (2004)
    • Volume 15 (2005)
    • Volume 16 (2005)
  • Will Eisner’s Shop Talk (2001)
  • Fagin, o JudeuFagin the Jew (2003)
  • Hawks of the Seas (2003)
  • O Nome do JogoThe Name of the Game (2003)
  • The Plot: The Secret Story of The Protocols of the Elders of ZionA Conspiração: A História Secreta dos Protocolos dos Sábios de Sião (2005)

Veja se é isso que você busca…

outubro 22, 2010

Robson Leão
MSN: robsonleao@yahoo.com


Você deixa seu corpo afundar na cama. Apesar de velho e deformado, o colchão aparenta ser macio como uma nuvem para suas costas doloridas e para os seus exaustos membros. É a primeira noite de sono que você terá em uma semana de aventuras e confrontos para desbaratar a rede de tráfico de pessoas. Você sente o calor do álcool fluir pelo seu corpo, relaxando-o ainda mais. Os aromas invadem seu nariz: o incenso trazido do oriente, as diversas ervas que seu grupo confiou a você e o cheiro de óleo de tratar lâminas….. o que é engraçado, uma vez que você estava viajando há algum tempo sem poder tratar do seu equipamento…. de sobressalto você abre o olho, e leva um tempo para reconhecer quem pressiona a adaga contra o seu pescoço…. 

“Achou que havia se livrado de mim?”

Sempre me surpreendo com o poder que o RPG possui. Como tomamos as rédeas de personagens fictícios que não passam de um emaranhado de números confusos que referenciam tabelas obscuras e transformamos em seres vivos, profundos, com qualidades e defeitos, passados e sonhos. Também me surpreende o quanto aprendemos sobre nós mesmos, uma vez que sempre emprestamos um pouco de nós, um pouco do nosso íntimo ao soprar vida nestes personagens.

Depois, já dentro da aventura ele conhece aqueles que serão seus companheiros, que por muitas vezes salvarão sua vida(e em algumas a colocarão em risco). Será que um deles virá a ser o melhor amigo, ou o maior antagonista? De repente, o alvo de uma paixão? Extrapolando a fronteira do grupo, o mundo que será fonte de aventuras, alegrias e tristezas, riquezas e dificuldades. Esquemas a serem desfeitos, pessoas a serem salvas, riquezas a serem coletadas, povos a serem governados.

Não há limites para aquele personagem recém-criado. Aquele bando de números desenhados com capricho na folha branca tem um mundo de opções a sua frente. Amanhã ao guardar esta mesma folha amarelada pelo tempo, já rabiscada com caneta e lápis, mostrando cicatrizes de ferimentos levados, riquezas conseguidas e perdidas, anotações sobre informações que foram muito importantes numa aventura e hoje você não faz a mínima ideia do que significa, você olhará seu personagem e tal como um bardo, contará suas desventuras por um mundo para sempre transformado. Ele fez a diferença. Ele existiu. Ele foi seu amigo, seu filho, seu irmão. Tantas lutas, tristezas, apertos. Tantas paixões, alegrias e prêmios.

Uma vida se passa e você a viveu. Cada segundo, cada combate, cada suspiro. E o RPG trouxe essa vida, permitiu que você a vivesse. Por alguns momentos na sua imaginação, uma vida foi criada. Isso é o que mais me surpreende no RPG, esse poder de criar vidas, sim plural, vidas, pois cada personagem que você joga deixa sua marca, é uma experiência que se soma a sua.

Portanto, deixo minha homenagem neste primeiro post ao Corsyr, ao Karel, à Nina, à Tomishiko, ao Magnus, e a tantos outros com quem convivi, com quem vivi, e mesmo aposentados ou mortos, ainda vivem em meu coração.

Novo vídeo do aguardado “The Walking Dead”

outubro 19, 2010

Super Street Fighter IV

outubro 16, 2010

 

Bem, eu fui convidado pelo pessoal da Kingdom Comics pra ficar com a parte de Games no blog, e sempre falar sobre um jogo. Pra começar eu decidi falar sobre um jogo que eu sempre estou jogando e acho muito bom, é o novo Super Street Fighter IV, nem tão novo assim, já tem 5 meses de estrada, mas a todo instante sai atualizações pra  incrementar o game. As pessoas que me conhecem e lerem esse post com certeza vão comentar “ahhhh.. era óbvio que ele ia falar sobre Street Fighter…”, que se foda, o jogo é bom mesmo e eu vou falar dele.. heheheh.

 

 

Mas vamos ao que interessa. O jogo está com várias novidades com relação as versões anteriores, algumas bem bacanas e outras não tão legais assim, mas fazer o que né? hehe. A Capcom fez algo muito bom que foi o visual 3D, mas continuou com a velha e boa jogabilidade 2D, o que é ótimo, por que eu já vi jogos de luta bons ficarem horríveis ao migrarem pra jogabilidade 3D. Tanto é que um deles esta voltando as suas raízes de jogabilidade 2D, falo do novo Mortal Kombat, e nesse ponto a Capcom não quis mudar, claro, pra não perder os milhões de fãs espalhados pelo mundo.

A historia do game é entre o Street Fighter II e o III e contém todos os personagens clássicos do game, alguns personagens do 3rd Strike e uns novos (alguns deles já mostrados no Street Fighter 4). Os clássicos Bônus Stage do Carro e do Barril estão de volta e agora você escolhe o Ultra Combo que quer usar na luta. Alguns personagens ganharam Especiais fodas, outros receberam especiais bem engraçados e alguns, eu diria, um tanto desnecessários. Mas nada que me faça deixar de jogar hehehe.

A novidade do game agora é que este mês sai uma patch de roupas novas pros 35 personagens que já tem no jogo e mais 2 novos personagens tirados do 3rd Strike, Yun e Yang. Os gêmeos netos de Gen, o Mestre da Chun Li. Particularmente não são personagens que eu costumo jogar, mas já vi uma galera jogando com eles e confesso que são bem chatos.. rsrs..

O modo online do game também tá muito bacana. Você pode criar uma sala e chamar a galera pra jogar, quem for ganhando continua jogando e quem perde fica de próximo. Também tem como salvar os replays das partidas online pra você analisar o estilo de jogo do oponente, ou então pra tirar onda de bonzão quando você faz algo muito foda naquela luta que você sabe que não vai fazer de novo tão cedo. rsrsrs… Enfim, Super Street Fighter IV é uma boa pedida pra quem gosta de juntar a galera e jogar um bom jogo de pancadaria, é diversão na certa, vários personagens, combos bacanas, vários modos de jogo… Eu recomendo, quem nunca jogou, jogue, pois vale à pena.

Por: Rafael Felix


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 12.212 outros seguidores